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| Wishing everyone a peaceful Easter Sunday. |
5 de abril de 2026
Páscoa feliz
28 de março de 2026
Beja II
Começamos pela Sé Catedral de Beja. Na origem desta catedral terá estado uma igreja medieval mas a mesma teria sido destruída para dar origem à Sé inaugurada no sec. XVI e que terá passado por obras de melhoramento e requalificação.
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| Sé Catedral |
Não longe dali, temos o Hospital Grande de Nossa Senhora da Piedade, mandado construir por D. Fernando para receber peregrinos e doentes. Dessa estrutura original já pouco resta, destacando-se a portaria em estilo gótico e manuelino. Foi entregue à Santa Casa da Misericórdia, que faz a sua gestão.
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| Interior da Capela |
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| Câmara Municipal de Beja |
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| Igreja da Misericórdia. |
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| Igreja de Santo Amaro |
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| Núcleo Visigótico |
Não me posso esquecer de referir o castelo, mas como já o visitei anteriormente e aqui deixei um post, não me irei alongar.
E mais um pulinho, estamos no parque na cidade. Claro que nem tudo se fez a pé, mas essencialmente foi um passeio descontraído, e chegados ao parque podemos sentir a paz e tranquilidade de uma área bem preservada e um excelente espaço de lazer.
19 de março de 2026
Pai
Pai é proteção e abrigo. É carinho e segurança.
E o meu é também um caso de muita paciência. Depois de uma vida de trabalho veio a reforma e como não é de ficar parado, lá arranjou uma (de entre muitas outras) formas de se entreter. Começou por construir manualmente pequenas casinhas regionais. Transformou a curiosidade em paixão, aperfeiçoando a arte e construindo cada vez com maior complexidade, recorrendo a materiais diversos que ele testa e explora, numa busca constante pela perfeição. Muniu-se também de ferramentas mais adequadas que lhe permitem uma maior minucia e excelência nos acabamentos, não perdendo contudo o caracter artesanal dos seus projetos.
Distribui pelos amigos e conhecidos, envia para longe, apenas pelo prazer de entregar um pouco da sua arte e do seu tempo.
As peças que fotografei são as mais simples, das primeiras que experimentou mas que significam exatamente o início de algo que descobriu já depois de ter deixado para trás uma vida de trabalho que em nada tinha a ver com modelagem.
E sendo hoje Dia do Pai e também do Artesão, lembrei-me que poderia vir a propósito deixar aqui uma sincera homenagem.
Abraços a todos os pais que estão aí desse lado.
28 de fevereiro de 2026
A Ilha - Review
Victoria Hislop é uma escritora britânica, nascida em 1959 e formada em inglês pela Universidade de Oxford. Casada e com dois filhos, Victoria tem já editados uma série de livros e contos, cuja maioria tem como cenário a Grécia e as várias ilhas circundantes.
O amor pela Grécia e o contributo para uma melhor compreensão da sua cultura levou mesmo a que lhe fosse concedida a cidadania grega.
O Livro
Este seu primeiro romance A Ilha, publicado em 2005 com o título original "The Island" decorre, como não poderia deixar de ser, na Grécia, mais concretamente na localidade de Spinalonga, uma pequena ilha ao largo de Creta que foi durante largos anos uma colónia de leprosos, um lugar para onde eram enviadas as pessoas com lepra, mantendo-as assim afastadas das suas familias e isoladas do mundo. Quem era enviado para lá sabia que mais tarde ou mais cedo iria ali falecer, numa altura em que a doença não tinha cura e era altamente estigmatizante.
A história começa quando Alexis Fielding parte para a Grécia para tentar resgatar o seu passado e encontrar respostas sobre a mãe, que não chegou a conhecer verdadeiramente. Este será o ponto de partida para o leitor acompanhar Sofia Petrakis, a mãe de Alexis, numa jornada de luta e resiliência, marcada por episódios comoventes numa época que não deve ficar esquecida.
A Minha Opinião
Muito bem escrito, este romance transporta-nos para uma realidade diferente daquela a que associamos as ilhas gregas. É um livro marcante que, para uma pessoa curiosa como eu, despertou a vontade de pesquisar um pouco sobre o tema, o que tornou a experiência de leitura ainda mais enriquecedora.
Por tudo isto, aconselho este livro. É o primeiro que leio de Victoria Hislop mas acredito que não será o último.
23 de fevereiro de 2026
Museu de Lisboa - O Teatro Romano
Lisboa é uma cidade com muitas historias para contar. Muito antiga, por aqui já passaram muitos povos e diferentes culturas tendo cada uma deixado marcas, que em alguns casos ainda estão em parte por descobrir. No sentido de mostrar a todos os interessados o tanto que a cidade representa, foi criado o Museu de Lisboa. Distribuído por cinco polos em diferentes locais da cidade, o visitante tem oportunidade de compreender melhor toda a estrutura, do ponto de vista histórico e também socio-cultural.
E é sobre o polo que engloba o antigo teatro romano, que o meu post de hoje incide. Situado na Rua de S. Mamede resulta da descoberta de um teatro do século I da nossa Era, altura em que grande parte da Península Ibérica pertencia ao Império Romano, tendo Lisboa recebido o nome de Felicitas Julia Olisipo.
Este polo divide-se em duas áreas distintas; uma que é o espaço arqueológico propriamente dito e outra cuja exposição ocupa dois edifícios em frente e onde temos oportunidade de ver achados arqueológicos de várias épocas distintas e também uma perspetiva histórica do espaço envolvente.
Venham daí!
A nossa caminhada começa na zona da Baixa de Lisboa de onde partimos, atravessando o bairro da Mouraria no sentido ascendente.
Avistamos o Castelo um pouco mais acima, mas o nosso destino leva-nos até à Rua de S. Mamede e às escavações que puseram a descoberto parte do Teatro Romano que na sua época seria imponente, com espaço para 4.000 pessoas.
Daqui passamos para os edifícios do outro lado da rua, onde comecei a visita pelo primeiro andar. É um espaço muito bem aproveitado, com janelas e vista sobre o rio, permitindo circular à volta da sala térrea e ter uma perspetiva diferente do material exposto. Este espólio resulta das escavações no local e são peças de várias épocas deixadas sucessivamente por quem habitou nesta zona da cidade.
Se ficaram com curiosidade vejam aqui mais informação sobre o polo do Teatro Romano e aqui sobre as coleções de todo o museu em geral.
Foi o primeiro polo que visitei até à data, mas espero vir a conhecer todos os outros. Para já convido-vos a visitar o Museu de Lisboa e a conhecer um pouco melhor a história desta cidade.



















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