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| Torre templária de Dornes |
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| Igreja de Nossa Senhora do Pranto |
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| Igreja de Nossa Senhora do Pranto |
Este é um livro escrito a quatro mãos. Greer Hendricks é editora há vários anos e publica regularmente em jornais e revistas e esta foi a sua estreia enquanto autora de um romance, tendo sido também a primeira vez que colaborou com Sarah Pekkanen, que já contava anteriormente com uma série de livros publicados. A parceria destas duas norte-americanas correu tão bem que outras obras se seguiram, tornando-se um caso de grande sucesso internacional.
O Livro
Publicado em 2018, com o título original "The Wife Between Us", recebeu em Portugal o título "A Mulher Entre Nós".
É um triller que começa por nos apresentar Vanessa, uma mulher de 37 anos divorciada, sem grandes perspetivas de futuro, a não ser manter um desinteressante emprego numa loja de roupas caras. O tipo de loja que frequentava com as amigas quando era casada com Richard, um homem rico por quem se apaixonou há muitos anos quando ainda era uma jovem desprotegida acabada de chegar, depois de ter fugido da sua terra natal. Porém, soube agora que Richard vai voltar a casar e essa notícia fará Vanessa passar em retrospetiva toda a sua vida até ao momento, decidindo avançar para impedir a concretização do próximo casamento do ex-marido.
A Minha Opinião
É um triller muito bem escrito, onde nada é o que parece. Começa de uma forma suave mas o crescendo de emoções faz com que fiquemos presos na narrativa até à última página. Os períodos de tempo são intercalados, o que empresta uma dinâmica muito própria, que apesar de ser um recurso muitas vezes utilizado neste tipo de literatura, aqui é explorado de uma forma um pouco diferente. Resultado: só lendo para perceber o quero dizer.
Fica o desafio.
Tem-se falado ultimamente em Golden Milk ou Leite Dourado, uma bebida originária da India com propriedades anti-inflamatórias e relaxantes. Resolvi experimentar, alterando porções e simplificando um pouco. Aqui vai a explicação de como fiz. Se quiserem experimentar, depois contem como correu.
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Ingredientes:
Colocar ao lume todos os ingredientes, excepto o mel, que será adicionado no fim.
Mexer sempre, até levantar fervura. Reduzir o lume e mexer um pouco. Depois de libertar os sabores, retirar do fogão, coar e beber.Se quiser pode adoçar com mel.
*Usei bebida vegetal de aveia mas pode ser feito com outra qualquer da sua preferência ou mesmo com leite de vaca.
Ficou saboroso, pensei que pudesse ficar demasiado forte, mas não. Há quem coloque uma gordura, por exemplo manteiga de cocô, mas eu não tinha de momento. A pimenta dizem que é para ativar as propriedades da curcuma. Notei que fiquei com calor e com a sensação de ter comido uma refeição ligeira completa.
O nome provém de uma atividade entretanto extinta na zona: a pesca da baleia. Nos dias de hoje, esta pequena península que já foi ilha mas que a natureza tratou de a ligar a Peniche, é um lugar de veraneio e nas últimas décadas começou a chamar surfistas, que sabem que estas águas frias e por vezes agitadas, têm a condição ideal para a prática desportiva.
O Baleal tem sobretudo casas de férias onde muitas são alugadas a turistas e por entre ruas estreitas e caminhos entre as rochas o contacto com a natureza é permanente. Várias praias circundam o local, a que só se chega por uma única estrada a partir de Peniche.
Venham daí!
O que é?
Já anteriormente tinha falado da pulseira "Estou Aqui" da PSP. É uma pulseira que aquando do lançamento foi pensada para colocar nas crianças no verão, por causa daquelas situações em que se perdem dos pais, principalmente na praia. O sistema foi alargado, podendo a pulseira ser solicitada a partir do início de cada ano e logo que esteja disponível será entregue e colocada no pulso. Destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 15 anos.
Como funciona?
A pulseira tem um código e esse código encontra-se inserido numa base de dados à qual apenas os agentes da autoridade têm acesso. Caso a criança se perca e levada à presença de um agente, este lerá o código e terá acesso à informação onde consta o nome dos responsáveis pela criança. Não é uma pulseira com dispositivo de rastreamento nem GPS.
O sucesso foi tal que mais recentemente foi lançado um programa Estou Aqui - adultos. Foi pensado para uso de pessoas que, "em função da idade ou de patologia, possam ficar desorientadas ou inconscientes na via pública". À semelhança da pulseira para crianças, terá um código ao qual o agente tem acesso e que permitirá contactar os familiares e assim prestar auxilio à pessoa necessitada.
Para mais informações, deixo o link onde poderão esclarecer todas as dúvidas ou solicitar as pulseiras.
Estou Aqui - crianças
Estou Aqui - adultos
Foi num dia de muito calor e sem estar à espera, que soubemos que próximo do local onde nos encontrávamos havia vestígios de trilhos de dinossauro do Jurássico Médio (cerca de 168 milhões de anos). Ali, em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, na freguesia de Alcanede e a 1 km da pequena povoação de Pé da Pedreira, onde anteriormente chegaram a existir três pedreiras, encontramos a jazida de pegadas de dinossauro de Vale de Meios.
Estas pegadas foram deixadas numa época em que o mar estava próximo do local e naquele território existia uma laguna, um lugar de águas mornas e baixas, com solo calcário e lamacento. Ali habitariam grandes Terópodes - uma subordem de dinossauros que se deslocavam nas patas traseiras. Pelas pegadas deixadas conclui-se que alguns seriam tridáctilos, ou seja, possuíam três dedos nos membros inferiores, sobre os quais se deslocavam. As pegadas medem entre 50 e 70 cm o que dá para perceber a envergadura destes dinossauros e os trilhos percorridos.
Vale de Meios foi identificado como uma das mais importantes jazidas da Península Ibérica, um geossitio cujo património geológico permite compreender melhor estes grandes animais pré-históricos.
Por ser um local com uma importância tão grande, achei-o um pouco abandonado. Há ali imensas possibilidades e seria interessante haver um centro de interpretação que permitisse ao visitante compreender melhor toda a estrutura envolvente. É sem dúvida um espaço a preservar.
Provenientes da Beira Baixa, os Esquecidos fazem parte da gastronomia típica da região. São fáceis de fazer e ficam deliciosos a acompanhar um chá ou um café a meio da tarde.
Ingredientes:
Bater os ovos com o açúcar até ficar uma massa esbranquiçada. Adicionar a farinha e mexer com a vara de arames. Querendo, acrescentar umas gotinhas de sumo de limão. Deixar a massa descansar uns 10 minutos à temperatura ambiente.
Forrar o tabuleiro com papel vegetal e untar ligeiramente, eu uso spray para formas de bolo que se compra no supermercado.
Deitar colheradas pequenas de massa, deixando um espaço entre elas, uma vez que a massa irá espalhar-se um pouco durante a cozedura. Vai ao forno pré-aquecido a 180º durante 10 minutos.
Nota: de tão fáceis, apenas é necessário ter atenção ao tempo que levam no forno, pois 10 minutos a 180º são suficientes. Dá para fazer vários tabuleiros em simultâneo e deixá-los mais ou menos morenos, conforme a altura do tabuleiro ou a distância a que fica do de cima. Rendeu cerca de 30 unidades.
Começamos pela Sé Catedral de Beja. Na origem desta catedral terá estado uma igreja medieval mas a mesma teria sido destruída para dar origem à Sé inaugurada no sec. XVI e que terá passado por obras de melhoramento e requalificação.
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| Sé Catedral |
Não longe dali, temos o Hospital Grande de Nossa Senhora da Piedade, mandado construir por D. Fernando para receber peregrinos e doentes. Dessa estrutura original já pouco resta, destacando-se a portaria em estilo gótico e manuelino. Foi entregue à Santa Casa da Misericórdia, que faz a sua gestão.
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| Interior da Capela |
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| Câmara Municipal de Beja |
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| Igreja da Misericórdia. |
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| Igreja de Santo Amaro |
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| Núcleo Visigótico |
Não me posso esquecer de referir o castelo, mas como já o visitei anteriormente e aqui deixei um post, não me irei alongar.