28 de dezembro de 2018

Tarte de côco

E hoje trago uma receita daquelas simples para quem gosta mesmo de côco. Esta tarte prepara-se rapidamente, com poucos ingredientes e tanto serve para um chá como para ser servida em dias de festa.
 



Ingredientes
 
Massa folhada (de compra)
1 lata de leite condensado
6 ovos
200 gr de côco ralado
 
 
Preparação
 
Colocar a massa folhada na tarteira, (eu uso uma de fundo amovível para poder depois desenformar, mas se preferir pode usar uma de pirex). Picar a base com um garfo para não empolar.
 
Ligar o forno a 180º. Bater muito bem os ovos inteiros e misturar o leite condensado. Por fim, juntar o côco ralado e envolver completamente no creme, reservando um pouco para a cobertura.
Deitar sobre a base da tarte e levar ao forno cerca de 25 minutos ou até a tarte estar dourada. Depois de arrefecer, polvilhar com o côco reservado.
 
Atenção, para a tarte não ficar endurecida, convém retirar do forno quando a superfície estiver dourada mas ainda um pouco mole, pois com o arrefecimento irá ganhar mais consistência.
 
Se usou uma forma de fundo amovível, desenforme quando estiver completamente fria.
 
Bom apetite
 




18 de dezembro de 2018

Natal em Lisboa

 Nesta época de Natal tenho alguns hábitos que tento promover anualmente e uma das coisas que não dispenso é ir todos os anos com a família dar uma volta a pé pelas ruas da minha cidade. Ver as iluminações e sentir todo aquele ambiente de Natal é importante e inspirador para mim. E este ano trago-vos algumas fotografias dessa minha incursão, pois gosto de partilhar aquilo que vejo de melhor e sei que pode ser muito bom para quem está longe. Não andei a pé pela cidade toda, isso seria complicado, mas ali pela zona ribeirinha numa noite não muito fria de Dezembro é sempre um prazer ver a cidade iluminada.
 
Praça do Comércio


A árvore de Natal da cidade


Rua do Ouro


Rua da Prata


Pormenores


Restauradores


Avenida da Liberdade


Avenida da Liberdade


Na Baixa, com o castelo lá no alto


Rua dos Fanqueiros
 
 

15 de dezembro de 2018

Bolo de cenoura com ganache de chocolate

Um bolo caseiro e super fácil de fazer com um ganache de chocolate delicioso, o que se pode pedir mais?
 
Com esta receita costumo usar uma forma de buraco mas desta vez experimentei uma lisa e um pouco grande, daí o bolo ter ficado mais baixo do que o habitual. Mas aquela cobertura... ai aquela cobertura...
 
Doçaria

Ingredientes:

4 cenouras cruas médias
3 ovos grandes
1 chávena de óleo
3 chávenas de farinha de trigo
2 chávenas de açúcar
fermento

Colocar tudo no copo misturador (as cenouras devem estar cortadas em pedaços pequenos), ligar o aparelho na sua potência máxima durante 2 minutos. Colocar numa forma untada e enfarinhada e levar a forno médio (180º) durante uns 30 minutos.

Desenformar quando estiver morno.

Ganache de chocolate:

100 gr de chocolate de culinária
1 pacote de natas (200 ml)

Picar o chocolate e levar ao micro-ondas com as natas, o tempo necessário para poder derreter o chocolate sem ferver as natas. Em caso de dúvidas é preferível ir vigiando, abrindo a porta de 5 em 5 segundos. Como alternativa, pode derreter o chocolate nas natas aquecidas em banho-Maria, da forma tradicional.

Este ganaché deve ser colocado ainda morno sobre o bolo.

Alternativa de cobertura
Pode sempre optar por substituir o ganaché de chocolate por uma calda de cenoura. É só levar ao lume água e açúcar para fazer uma calda ligeira e acrescentar cenoura ralada em tirinhas muito finas. Deixar espessar e cozinhar.  Regar o bolo enquanto a calda ainda estiver morna.

E é isto. Um bolo simples de preparar e com a possibilidade de fazê-lo com dois tipos de cobertura diferentes. Escolha a que mais gosta e...

Bom apetite

8 de dezembro de 2018

Outono em Sintra - a Volta do Duche

Tem este nome curioso porque em tempos existiram por ali uns banhos públicos. A Volta do Duche fica no centro de Sintra e é uma zona muito apreciada, já que permite ver toda a encosta da serra que emoldura parte da vila e nesta altura do ano tem uma variedade de tonalidades que vão desde o verde ao castanho, passando pelos tons mais amarelados.
 
Por entre o sol a espreitar e o nublado típico da região, sente-se no ar o cheiro a outono numa tarde de temperatura amena.
 
Sintra

Sintra

Sintra

Sintra

Sintra

Sintra

Sintra

Sintra

Vale ou não a pena apreciar o Outono desta forma? Eu sou uma pessoa que valoriza todas as épocas do ano. Podemos sonhar com dias quentes e longos, mas isso não altera o facto de estarmos numa fase em que os dias são mais curtos e mais frios, aproveitemos então o melhor de cada época. Concordam comigo?

3 de dezembro de 2018

O Reino do Natal

Uma vez mais, a vila de Sintra recebe o Reino do Natal. É um espaço instalado no Parque da Liberdade, no centro da vila e que permite a todos terem contacto com um reino encantado de fadas e duendes. Pelos recantos do parque estão distribuídas instalações, onde crianças e adultos são transportados para um mundo mágico. Há também ateliers para crianças, jogos e pinturas faciais. Se quiser, pode também fazer uma refeição ligeira e assistir a representações e actuações musicais de grupos infantis e juvenis de Sintra.
 









Descobri até a oficina do Pai Natal, eheh. Estavam lá dois ajudantes muito simpáticos e atarefados com a construção dos brinquedos.



 
Há tanto para fazer e ver no Reino de Natal, que só mesmo com uma visita ficará a saber tudo. Para entrar neste Reino é pedido que faça a doação de um valor simbólico ou que entregue um bem alimentar que reverterá para a ajuda às famílias carenciadas do concelho e pela primeira vez, este ano também poderá doar alimentos para animais.
 
Horários:
de 1 a 18 de Dezembro: dias úteis das 9h às 17h e fins de semana das 11h às 19h
de 19 a 23 de Dezembro: das 11h às 19h
 
Se poderem não deixem de visitar. De certeza que farão um regresso à infância e sairão satisfeitos.



20 de novembro de 2018

A Fonte

Situa-se na Alameda D. Afonso Henriques, na freguesia do Areeiro em plena Lisboa. Deram-lhe o nome de Fonte Monumental da Alameda mas tornou-se popularmente conhecida como Fonte Luminosa e é um monumento de uma grandiosidade ímpar cuja inauguração em 1948 pretendeu celebrar o abastecimento regular de água a toda a zona oriental da cidade.
Talvez um pouco esquecida a nível turístico, esta obra projetada pelos irmão Rebello de Andrade nem sempre se encontra em pleno funcionamento, uma vez que a manutenção se torna muito dispendiosa.  Está preparada para funcionar com um jogo de luzes e de água que a torna incrivelmente bela e que facilmente se poderia  transformar num ex-libris da capital, à semelhança da Fonte de Trevi em Roma.
 
É composta por um grande lago e dois níveis de queda de água que com o auxilio de um potente sistema eléctrico a bombeia em circuito fechado.
 
Lisboa
 
No centro do lago vemos uma figura equestre segurando uma caravela, ladeado por quatro tágides, as fantásticas ninfas do Tejo, criaturas mitológicas descritas por Camões na sua obra Os Lusíadas.

Lisboa



Lisboa

Lisboa

Lisboa

Lisboa

O miradouro que existe ao cimo deste monumento proporcionou uma vista muito bela sobre a Alameda neste fim de tarde onde o sol se escondia para lá do horizonte.

Lisboa

Este é um dos pontos de  Lisboa do qual eu gosto especialmente. Como referi, é pena que seja frequentemente esquecida, não pelos Lisboetas, que tenho a certeza que admiram a sua Fonte Luminosa, mas a um nível mais geral. Eu compreendo que a manutenção seja dispendiosa para a colocar em funcionamento pleno e permanente, mas talvez se tornasse rentável com algum tipo de parceria, pois motivos de interesse não faltam para a pôr a brilhar de novo. Por agora contentemo-nos em aprecia-la em funcionamento parcial ou em ocasiões especiais quando a Câmara abre as suas portas e permite aos visitantes descobrir os "segredos" do seu funcionamento em datas anunciadas previamente.

8 de novembro de 2018

O móbile do Martim

Já nasceu e, tal como as irmãs, terá um móbile com o seu nome. É super gratificante acompanhar o crescimento das famílias à medida que me vão sendo encomendados os móbiles para os novos elementos.
 
Bem vindo Martim.
 
Móbile em feltro

Móbile em feltro

 
Qual a origem do nome?

Segundo o Dicionário de Nomes Próprios sendo um nome de origem latina, Martim deriva de Matinus e significa "guerreiro" pela sua conexão ao Deus Marte que na mitologia romana era o Deus da Guerra.

Durante muito tempo este nome esteve relacionado com a realeza e com o poder, tornando-se, pouco a pouco um nome bastante comum em Portugal.

É curioso saber estas coisas, confesso que nunca tinha parado para pensar de onde viria este registo, nem tenho ninguém com esse nome assim por perto. E por aí, há algum Martim nas vossas vidas?

4 de novembro de 2018

Festival Internacional de Balonismo de Coruche

Nos últimos dias Coruche tem sido palco do Festival Internacional de Balonismo. Pelo 2º ano consecutivo a vila recebe este festival que conta com a participação de equipas de Portugal e de outros países da Europa, bem como representantes do Brasil e dos Estados Unidos da América.
 
Assim que soube desta iniciativa pensei logo em ir até Coruche ver de perto os balões. Contava fazer fotografias espectaculares com um bonito céu azul mas em Novembro nem sempre isso é possível, o que não impediu de ser uma tarde memorável. Ver toda a preparação e subida destes gigantes é algo impressionante e o que não faltou foi vontade de subir também.
 
 










Em participação está também um modelo completamente diferente. Trata-se do Superbike Motor Ballon PH-GJV. Tem um peso total de 1200kg (só o balão pesa 560kg), tendo um volume de ar na ordem dos 9000 m3. Foi feito em 2010 pela Lindstrand Ballons e é pilotado por uma equipa liderada por Herman Kleinsmit.
 
É impressionante:





Quem sabe um dia eu faço um voo em balão de ar quente. Alguém por aí com a mesma vontade?