20 de setembro de 2018
Pensamento para hoje
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14 de setembro de 2018
Caminhos do Alentejo III: os Canais
Bem, e hoje chega ao fim a pequena série de posts que preparei para vos dar a conhecer um pouco mais de uma zona de Portugal por vezes esquecida (poderão ver os posts anteriores aqui e aqui). Hoje em dia não tanto, mas para muitos ainda é só o caminho para o Algarve e espero que fiquem inspirados para umas próximas escapadinhas.
Então é assim: existe no rio Guadiana, dentro do concelho de Mértola, uma zona única e muito bonita para quem quiser efectuar um percurso a pé em plena natureza. Se for no verão, poderão tomar banho na área acima da represa, onde o rio é pouco profundo e a corrente mais fraca. Não imaginam a temperatura da água! Depois da represa a corrente torna-se mais forte e já ninguém consegue mover-se aí. O chão é forrado a pedras, pelo que se aconselha um calçado apropriado até mesmo dentro de água.
Aqui são os chamados Canais, um lugar onde ainda é possível ver as ruínas de um moinho de água e o local onde os pescadores utilizavam o caneiro, uma espécie de armadilha de paus que servia para a captura artesanal de peixe, são os últimos vestígios de uma arte de pesca bem antiga e que só os mais velhos conhecem.
Aqui estão as imagens deste lugar fabuloso.
| A zona acima do canal, com as suas águas mais calmas |
| Ao fundo o moinho de água e a represa |
| O rio correndo livremente para a foz |
Como chegar
Tomando a direção da aldeia de Corte Pequena o caminho faz-se de automóvel ou a pé, com calma, pois é todo de terra batida. Este caminho segue junto à vedação de uma herdade e se estiverem atentos poderão observar veados. Não é fácil, eles ficam mesmo camuflados pelo espaço em redor mas consegui ver três junto à vedação, só que não consegui fotografar, pois afastaram-se rapidamente.
Coordenadas GPS: N37 40 59.6 W7 38 38.4
E agora, sentiram vontade de conhecer de perto estes e outros caminhos do Alentejo? Ou já conheciam? Contem-me tudo.
E agora, sentiram vontade de conhecer de perto estes e outros caminhos do Alentejo? Ou já conheciam? Contem-me tudo.
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10 de setembro de 2018
Caminhos do Alentejo II: Pulo do Lobo
E continuando sobre a zona interior do Baixo Alentejo, hoje a visita é ao Pulo do Lobo. Situado no Parque Natural do Vale do Guadiana, trata-se de uma queda de água com cerca de 20 metros numa zona bastante acidentada e entre rochas. O nome deve-se ao facto de se tratar de uma zona do rio tão estreita que, acredita-se, um lobo facilmente saltaria entre margens, de uma só vez.
Existem duas formas possíveis de lá chegar, mas uma delas é mais confusa para descrever e tem o acesso mais difícil. A melhor é seguindo pela estrada que liga Beja a Mértola, entrando na aldeia da Amendoeira da Serra. O percurso está devidamente assinalado e facilmente se chega à entrada da herdade com o mesmo nome que, sendo particular, permite transpor os seus portões, pedindo-se apenas que se proceda ao fecho dos mesmos. A caminhada ainda é longa, se feita a pé. De transporte, apenas terá que se manter muita atenção e reduzir a velocidade ao mínimo possível.
Aconselha-se o uso de calçado apropriado, uma vez que o terreno é bastante acidentado, embora existam passadiços.
Nunca lá fui no inverno, mas acredito que será a melhor altura, pois as suas águas ficam definitivamente revoltas, devido ao maior caudal. É, de qualquer das formas, um exemplo único de uma construção natural e esmagadora.
Vale imenso a visita, sem dúvida!
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5 de setembro de 2018
Caminhos do Alentejo I: Tapada Grande e Tapada Pequena
O post de hoje será o primeiro de uma série onde gostaria de mostrar alguns locais numa região do nosso país em franca expansão. Trata-se do chamado Alentejo profundo, aquela zona bem longe da costa e antes de chegar ao Algarve. Não é a primeira vez que falo desta região (podem ler aqui , aqui e aqui ) pois por vários motivos acabei por ficar a conhecer bastante bem estas terras quentes e encantadoras que escondem "segredos" cada vez mais procurados a nível turístico.
Sou uma grande fã do nosso país, já o percorri praticamente todo e sempre que é oportuno, gosto de partilhar o meu olhar com todos os que por aqui passam. Daí os posts seguintes.
Na Tapada Grande fica situada a Praia da Albufeira. Fica no concelho de Mértola, mais propriamente na Mina de S. Domingos. É uma praia fluvial distinguida com a bandeira azul, tem nadador salvador e todas as condições para uma época balnear de excelência. Tem um bar mesmo no areal onde se pode tomar uma bebida ou fazer uma refeição ligeira. Existe aluguer de gaivotas e canoas, para que se possam divertir navegando por ali e até uma zona de piqueniques toda equipada.
A Tapada Pequena, fica ao lado e pode-se chegar entrando na aldeia da Mina de São Domingos. É uma zona ainda em estado semi selvagem e com uma água igualmente límpida e encantadora. Não está preparada para receber banhistas, pelo que mergulhar será sempre por conta e risco próprios (não aconselho). Tem uma vista de cortar a respiração e tudo ali é de uma paz e tranquilidade permanentes.
E é isto! Espero que quem não conhece fique com vontade de conhecer e quem já visitou se reveja no que digo. Aguardo os vossos comentários e já sabem, se quiserem acrescentar algo, estejam à vontade.
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20 de agosto de 2018
Para adoção
No seguimento do post anterior (podem vê-lo aqui), o tema hoje é a adoção.
A Quinta Pedagógica dos Olivais tem lá cãezinhos para adoçao, pertencentes à Casa dos Animais de Lisboa. Neste momento estão cinco na Quinta num espaço denominado "Casa do Vicente", mas há mais nas instalações de origem. Os cães tinham um ar feliz e super bem tratado mas precisam de um lar. E ao fazer este post pensei na possibilidade de quem o ler andar justamente à procura de um amigo de quatro patas.
Quem quiser adotar estes ou outros animais poderá entrar em contacto com os serviços da Casa dos Animais de Lisboa .
Estrada da Pimenteira - Monsanto
e-mail: casa.dos.animais@cm-lisboa.pt
21-817 23 00
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17 de agosto de 2018
Os animais da quinta
Hoje, a sugestão de passeio que trago é um sítio que visitei há uns dias e fiquei encantada. Não conhecia a Quinta Pedagógica dos Olivais, embora tivesse ouvido falar muito bem mas as expectativas foram claramente superadas. Trata-se de um local implementado dentro da cidade de Lisboa, com gestão camarária e que permite a todos um contacto com os animais que habitualmente se encontram numa quinta, de uma forma respeitosa e pedagógica. Inclui ainda uma zona hortícola e um pomar.
Durante o ano recebe escolas e desenvolve ateliers variados, oferecendo a possibilidade das crianças aprenderem a fazer pão ou outras tarefas relacionadas com a subsistência. Há também dias temáticos e alturas do ano onde os visitantes são convidados a observar rotinas, tais como a tosquia das ovelhas.
Existem ainda atividades para fazer em família, sujeitas a marcação prévia. De resto, a entrada é livre e sem qualquer custo. Tudo organizado impecavelmente, com espaços para os animais e condições a toda a prova. Ficam as imagens:
| Aqui está o Lanceiro, um belo cavalo Lusitano |
![]() |
| Uma galinha exótica com os seus pintainhos. |
| Rebanho de cabras algarvias |
| Um pato com uns incríveis olhos azuis. |
| Valéria, a vaca de raça Mertolenga. |
| Rafaela, a vaca de raça Frísia (ou Turina) que vive na quinta desde os seus 8 meses. |
| Porcos de raça Bísaro e Cruzada, originários do norte do país. |
| Um burro de raça Assinina originária de Miranda do Douro. Esta raça encontra-se protegida pela União Europeia. |
| O burro Jagoz, de raça Burro da Graciosa. |
| Os animais encontram-se identificados para melhor compreensão das suas características. |
| Espaço para ateliers variados |
| Parece uma casa de bonecas... |
Existe ainda um espaço que recentemente passou a receber cães que se encontram para adopção, mas sobre isso, falarei no próximo post.
Indicações úteis:
Quinta Pedagógica dos Olivais
Horário:
Maio a Setembro Terça a sexta: 9:00h /19:00h
Fins-de-semana/feriados: 10:00h/19:00h
Outubro a Abril Terça a sexta: 9:00h /17:30h
Fins-de-semana/feriados: 10:00h/17:30h
Morada: Rua Cidade do Lobito, Olivais Sul - 1800-088 - Lisboa
Contacto: 21-855 09 30
Site: aqui
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